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Maria Volta ao Bar

18.10.2018

 

Paulo Leminski escreveu que ia de Paris a Nova York e Moscou sem sair do bar - e ainda abria mão de Madagascar. É o que fazem os cronistas desde Maria volta ao bar.

Se os autores gaúchos não chegam tão longe no espaço, dão de dez, digo, onze no poeta curitibano no voo que alçam no tempo e, quebra, por mundos paralelos. Embarque de onde estiver, leitor e leitora, e sua jornada fará uma escala sentimental no Rio de Janeiro dos anos 1950-60, quando Antônio Maria pontificava nas crônicas e na boêmia. 

A partir de fragmentos da obra de Maria, os autores contam histórias do cotidiano, evocam reminiscências, perscrutam luzes e sombras da alma, equilibram-se entre riso e lágrima, sonham amores e curam desamores. 

Atenção a estas epígrafes marianas. Elas são seu bilhete de viagem. Conferidas, deixe-se evar pela prosa de Rubem, Roberto, Gerson, Luciana, Zulmara, Mariana, Linda, Dora, Vanessa, Tiago e Felipe. Assim, pelos prenomes. Todo leitor é um desconhecido íntimo.

Estes textos, rascunhados no bar Apolinário de Porto Alegre, materializam a essência da crônica na definição precisa da também gaúcha Martha Medeiros: capturar o leitor e devolvê-lo à realidade mais alerta. Se o pouso nem sempre é suave, ponha-se na conta da vida, e não da literatura - cuja missão, escrevia Cortázar, é apoderar-se da realidade pela palavra e com elas traçar o rosto do humano.

O conjunto de 55 crônicas irão levar você, leitor, ao mundo de Antônio Maria, e seus relatos e viagens de bar, sem nem mesmo sair de um copo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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